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Rock on Stage: "Tales Of The Dark Cult " entre os melhores lançamentos nacionais do ano de 2015.

RATTLE citado entre os melhores lançamentos nacionais do ano de 2015!! "No lado do Thrash Metal então é quase um ultraje citar alg...

terça-feira, 20 de outubro de 2020

Centro em Chamas (2009)

 


A partir desta postagem iniciamos o histórico de shows da banda, começando pelo primeiro deles, o evento chamado Centro em Chamas, realizado no antigo Clube de Engenharia, na Rua Carlos Gomes, em Salvador. RATTLE foi a banda de abertura do evento. Desde o inicio procuramos ser pontuais, sempre quando participamos de eventos de terceiros, ou quando fizemos nossos próprios eventos. Por conta disso, chegamos no horário estipulado, e por ser teoricamente cedo, tivemos que repetir duas músicas de nosso curto set.

O set se iniciou com um cover, "The Philosopher", do Death, e encerrou com "Mass Hypnosis", do Sepultura. De autoral foram mostradas "Drinking Blood", "The End", "Hell of the Living Dead" e "Operation Exterminate!"



O RATTLE em sua formação original contava com Val Oliveira (vocals), Henrique Coqueiro (guitar), Louan Kemlin (bass) e Drica Lago (drums)

As fotos abaixo são de autoria de Neila Bahia e Daniel Lago.


 

















































quinta-feira, 1 de outubro de 2020

RATTLE - Formação 2014 - presente


Encerrando (?) a nossa saga através das formações. Após alguns meses, Luciano cede lugar a Eric Dias, após a banda entrar no conceituado estúdio Revolusom, com o produtor Marcos Franco, para gravar seu primeiro full lenght, intitulado "Tales of the Dark Cult", lançado 10 de agosto de 2015 pela Shinigami Records. Por conta do resultado, considerado insatisfatório, Eric teve a ingrata e difícil missão de regravar a bateria em todas as músicas! Mas o resultado final ficou muito bom. O cd ainda contou com as participações especiais e desde o seu lançamento vem ganhando criticas positivas em diversos veículos de comunicação, como as revistas Roadie Crew e Comando Rock, e sites especializados (Whiplash, Arte Metal, Roadie Metal, Metal Samsara, entre outros).


 







 
 

 

 

segunda-feira, 21 de setembro de 2020

RATTLE - Formação 2011-2014

Continuamos a nossa saga através das formações. Após alguns meses, Eric Eclypsah e Rodrigo Macedo se desligam da banda dando lugar a Daniel Iannini e Luciano Silva.
Com essa formação, o RATTLE, após alguns eventos, com destaque para o show na cidade de Santa Inês, no inicio de 2012, grava duas músicas, que são lançadas em 13 de julho de 2012, na coletânea Hellstouch, do selo paulista Shinigami Records. 

Essa formação ainda se apresenta na 19ª Edição do Palco do Rock em 2013, e participam de eventos importantes na Bahia, como o Bahia Metal Festival, Caetité Metal Open Air. 

 










sexta-feira, 18 de setembro de 2020

RATTLE - Formação 2011

 

O RATTLE mudou a novamente a sua formação em meados de 2011, após a primeira apresentação no festival Palco do Rock, realizado na praia de Piatã de Salvador, durante o carnaval. Prestes a lançar o split-Cd "Pain is Inevitable", a banda, que ganhou o prêmio de Melhor Banda pelo voto popular, foi convidada a participar do Wacken Metal Battle. A formação contava com Val Oliveira (vocals), Henrique Coqueiro (guitar), Gustavo Martins (guitar), Eric Eclypsah (bass) e o ex-Mercy Killing Rodrigo Macedo (drums). Pouco após essa apresentação ocorre a saída de Gustavo Martins e a banda volta a ser um quarteto.





 

terça-feira, 15 de setembro de 2020

RATTLE - Formação 2010-2011

O RATTLE mudou a sua formação em meados de 2010, no meio do processo de gravação do Ep "Hell of the Living Dead", que sairia no split-Cd "Pain is Inevitable" (Headcrusher Rec, 2011). Essa formação contava com Val Oliveira (vocals), Henrique Coqueiro (guitar), Gustavo Martins (guitar), Louan Kemlin (bass) e Drica Lago (drums).





 As fotos abaixo foram tiradas em uma sessão, para servirem para o encarte do vindouro splitcd que já estava sendo finalizado em estúdio. Mas Louan faltou no dia, e as fotos acabaram não servindo. No encarte foram usadas fotos individuais de cada membro (com os rostos tirados desta mesma sessão de fotos, e a de Louan saiu de outra sessão de fotos mais antiga).

 



 

sexta-feira, 11 de setembro de 2020

RATTLE - 2009-2010

A partir desta postagem, vamos resgatar um pouco da história da banda, começando com postagens com as formações de cada período. 

Começamos então pela formação original da banda.


O RATTLE foi formada em meados de 2009. Sua formação original contava com Val Oliveira (vocals), Henrique Coqueiro (guitar), Louan Kemlin (bass) e Drica Lago (drums).

Os primeiros ensaios deram origem a música "Drinking Blood", cuja estrutura principal, de autoria de Louan, ja existia, tendo Henrique lapidado e acrescentado trechos como a seção final. Os primeiros covers foram "Territory" (Sepultura), "Walk" (Pantera), logo trocados para "Mass Hypnosis" (Sepultura), "The Philosopher" (Death) e "Take No Prisoners" (Megadeth). E logo Henrique trouxe novas composições que se tornaram "The End", "Call of Duty", "Hell of the Living Dead" e "Operation Exterminate!". Val tratava das letras e do direcionamento artístico, além de ajudar a estruturar e dar o tom das músicas, além de auxiliar na composição rítmica.









 
 
"Drinking Blood" (primeiro ensaio)
 

 







quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

UNITED FORCES 10 - 09/02/2019


O evento UNITED FORCES está de volta em sua décima edição. O evento será realizado no espaço Buk Porão, localizado na Rua do Passo, no Pelourinho,e está programado para começar a partir das 15:00. 
Abrindo o evento teremos a banda de Thrash Metal Unkilled, seguida pela Indominus, do veterano vocalista Pitanga, que vai pratica Heavy Metal, e encerrando com RATTLE e seu Thrash Death Metal.

UNITED FORCES 10
09 de Fevereiro de 2019
Bandas: Unkilled | Indominus | RATTLE.
Local: Buk Porão - Rua do passo, Pelourinho.
Entrada: R$10 - Horário: 15hs.
Info: rattlemetal@gmail.com 
 

terça-feira, 30 de outubro de 2018

V GRAPIUNA ROCK


A 5ª edição do GRAPIUNA ROCK CONFIRMADA e está logo aí, na porta !!!
Realizado desde 2014, o GRAPIUNA ROCK chega em sua quinta edição no próximo dia 10 de NOVEMBRO e acontecerá, mais uma vez, no Grapiúna Tênis Club..
DATA: 10/11/2018 SÁBADO
LOCAL: Grapiúna Tênis Club (Próximo a rodoviária de Itabuna)
INGRESSOS: R$ 20,00
HORÁRIO DE INÍCIO: 19h
BANDAS:
-- MATINA
-- JACAU
-- RATTLE
-- LOCOMOTIVA
-- AYAM UBRÁIS BARCO E O BANDO DO MAR

sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Resenha: Rattle – Tales Of The Dark Cult (2015)


Por Bruno Rocha. Publicado originalmente no site Roadie Metal.

8.5/10
 
Senta que lá vem a história!

Não! Mas essa história não era daquelas que você assistia no programa Ra-Tim-Bum da TV Cultura não! Esta história, na verdade histórias, são contos negros e aterrorizantes! Tanto que quem dá início a elas é ninguém menos que Josefel Zanatas, vulgo Zé do Caixão, com sua clássica fala no começo de À Meia-Noite Levarei Sua Alma (1964).
Também duvido muito que você as ouça sentado. Até porque sua trilha sonora é um violento e agressivo Thrash Metal, com pitadas aqui e acolá de Death Metal, que trazem aquele aroma nauseabundo do estilo, típico do começo dos anos 90. Os responsáveis por tal carnificina vêm da Bahia e atendem pelo nome de Rattle.
Formada no ano de 2009 na capital soteropolitana, a banda formada por Valmar Oliveira (vocais), Henrique Coqueiro (guitarras), Daniel Iannini (contrabaixo) e Eric Dias (bateria) entrou no Revolusom Studio e saiu de lá no ano de 2015 com seu primeiro full-length, intitulado Tales Of The Dark Cult, que foi lançado em parceria com a Shinigami Records. As 11 composições contidas neste álbum totalizam 56 minutos de carnificina sonora e sonoridade crua, o que não impediu a banda de inserir arranjos mais elaborados e momentos com timbragens limpas, enriquecendo a salada musical e a atmosfera das composições.
Como prenunciado no começo deste parecer, o som do Rattle obedece a cartilha brasileira do Thrash Metal, com timbragens sujas e pesadas que remetem o ouvinte a grandes nomes nacionais dos anos 80 como Chakal e andamentos que lembram o Attomica, junto com elementos Death Metal que reforçam o clima porulento do som. Os vocais guturais de Valmar Oliveira são simplesmente aterrorizantes, como legião de demônios que berram em desespero dentro de uma caverna mal iluminada de vermelho-sangue. As guitarras de Henrique Coqueiro apresentam riffs e arranjos bem elaborados que se apoiam com segurança na retaguarda de Daniel Iannini e na boa técnica de Eric Dias.
Os elementos Death Metal no instrumental aparecem com muita força na faixa que abre o disco, Embodiment Of Evil, que vem seguida pela variada e bem arranjada The End. A banda mostra sua técnica e perícia com arranjos melódicos em Semper Fi e Call Of Duty, antes de voltar a prezar pela destruição na tiro-curto Operation Exterminate! A atmosfera sombria e calculista toma conta de Whispers com intervenções de timbres limpos e Last Standing Man apresenta o lado prog da banda com compassos quebrados. Nesta, este relator sentiu uma certa confusão na parte final pois a bateria e as cordas não parecem não concordar onde está a cabeça do tempo. Buchos que surgem quando a banda escolhe fazer uma gravação mais orgânica e natural; muito melhor do que certas produções que mais parecem folhas de alumínio. Vide o timbre da bateria de Eric Dias: microfonou, pronto! E o homem destrói em sua performance!
50 centavos de Iron Maiden com mais 25 de Satan aparecem na introdução de Pay To Enter, Pray To Exit, que também se mostra bastante variada exaltando assim a criatividade da banda. A oitentista Hell Of The Living Dead destrói pescoços (lembra que não era para ouvir essa história sentado?). Uma possibilidade de descanso surge no interlúdio clássico e soturno Insomnia (The Sleep Of Reason Produces Monsters), antes do grande final com a pedrada de oito minutos The Dark Cult, encerrando assim os contos negros e cabulosos.


A produção e mixagem, como já dito aqui, deixaram o som de Tales Of The Dark Cult cru, dando a impressão de que estamos ouvindo a banda ao vivo. Isso favoreceu o lado humano das composições e execução de arranjos, além de ter realçado o clima terrorista e intimidador de várias passagens do disco. Após essa seção de histórias e de tortura sonora (no melhor sentido, é lógico), é hora então de sentar realmente e descansar. Ou então dar repeat e começar tudo de novo, caso, e muito provável, você esteja inebriado com o som do Rattle. Afinal, estamos em um ciclo; a vida é o princípio da morte. E a morte, é o fim da vida. Viva e morra com o Rattle!

Tales Of The Dark Cult – Rattle (Shinigami Records, 2015)
Tracklist:
01. Embodiment Of Evil
02. The End
03. Semper Fi
04. Call Of Duty
05. Operation Exterminate!
06. Whispers
07. Last Man Standing
08. Pay To Enter, Pray To Exit
09. Hell Of The Living Dead
10. Insomnia (The Sleep Of Reason Produces Monsters)
11. The Dark Cult
Line-up:
Valmar Oliveira – vocais
Henrique Coqueiro – guitarras
Daniel Iannini – contrabaixo
Eric Dias – bateria