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Rock on Stage: "Tales Of The Dark Cult " entre os melhores lançamentos nacionais do ano de 2015.

RATTLE citado entre os melhores lançamentos nacionais do ano de 2015!! "No lado do Thrash Metal então é quase um ultraje citar alg...

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sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Resenha: Rattle – Tales Of The Dark Cult (2015)


Por Bruno Rocha. Publicado originalmente no site Roadie Metal.

8.5/10
 
Senta que lá vem a história!

Não! Mas essa história não era daquelas que você assistia no programa Ra-Tim-Bum da TV Cultura não! Esta história, na verdade histórias, são contos negros e aterrorizantes! Tanto que quem dá início a elas é ninguém menos que Josefel Zanatas, vulgo Zé do Caixão, com sua clássica fala no começo de À Meia-Noite Levarei Sua Alma (1964).
Também duvido muito que você as ouça sentado. Até porque sua trilha sonora é um violento e agressivo Thrash Metal, com pitadas aqui e acolá de Death Metal, que trazem aquele aroma nauseabundo do estilo, típico do começo dos anos 90. Os responsáveis por tal carnificina vêm da Bahia e atendem pelo nome de Rattle.
Formada no ano de 2009 na capital soteropolitana, a banda formada por Valmar Oliveira (vocais), Henrique Coqueiro (guitarras), Daniel Iannini (contrabaixo) e Eric Dias (bateria) entrou no Revolusom Studio e saiu de lá no ano de 2015 com seu primeiro full-length, intitulado Tales Of The Dark Cult, que foi lançado em parceria com a Shinigami Records. As 11 composições contidas neste álbum totalizam 56 minutos de carnificina sonora e sonoridade crua, o que não impediu a banda de inserir arranjos mais elaborados e momentos com timbragens limpas, enriquecendo a salada musical e a atmosfera das composições.
Como prenunciado no começo deste parecer, o som do Rattle obedece a cartilha brasileira do Thrash Metal, com timbragens sujas e pesadas que remetem o ouvinte a grandes nomes nacionais dos anos 80 como Chakal e andamentos que lembram o Attomica, junto com elementos Death Metal que reforçam o clima porulento do som. Os vocais guturais de Valmar Oliveira são simplesmente aterrorizantes, como legião de demônios que berram em desespero dentro de uma caverna mal iluminada de vermelho-sangue. As guitarras de Henrique Coqueiro apresentam riffs e arranjos bem elaborados que se apoiam com segurança na retaguarda de Daniel Iannini e na boa técnica de Eric Dias.
Os elementos Death Metal no instrumental aparecem com muita força na faixa que abre o disco, Embodiment Of Evil, que vem seguida pela variada e bem arranjada The End. A banda mostra sua técnica e perícia com arranjos melódicos em Semper Fi e Call Of Duty, antes de voltar a prezar pela destruição na tiro-curto Operation Exterminate! A atmosfera sombria e calculista toma conta de Whispers com intervenções de timbres limpos e Last Standing Man apresenta o lado prog da banda com compassos quebrados. Nesta, este relator sentiu uma certa confusão na parte final pois a bateria e as cordas não parecem não concordar onde está a cabeça do tempo. Buchos que surgem quando a banda escolhe fazer uma gravação mais orgânica e natural; muito melhor do que certas produções que mais parecem folhas de alumínio. Vide o timbre da bateria de Eric Dias: microfonou, pronto! E o homem destrói em sua performance!
50 centavos de Iron Maiden com mais 25 de Satan aparecem na introdução de Pay To Enter, Pray To Exit, que também se mostra bastante variada exaltando assim a criatividade da banda. A oitentista Hell Of The Living Dead destrói pescoços (lembra que não era para ouvir essa história sentado?). Uma possibilidade de descanso surge no interlúdio clássico e soturno Insomnia (The Sleep Of Reason Produces Monsters), antes do grande final com a pedrada de oito minutos The Dark Cult, encerrando assim os contos negros e cabulosos.


A produção e mixagem, como já dito aqui, deixaram o som de Tales Of The Dark Cult cru, dando a impressão de que estamos ouvindo a banda ao vivo. Isso favoreceu o lado humano das composições e execução de arranjos, além de ter realçado o clima terrorista e intimidador de várias passagens do disco. Após essa seção de histórias e de tortura sonora (no melhor sentido, é lógico), é hora então de sentar realmente e descansar. Ou então dar repeat e começar tudo de novo, caso, e muito provável, você esteja inebriado com o som do Rattle. Afinal, estamos em um ciclo; a vida é o princípio da morte. E a morte, é o fim da vida. Viva e morra com o Rattle!

Tales Of The Dark Cult – Rattle (Shinigami Records, 2015)
Tracklist:
01. Embodiment Of Evil
02. The End
03. Semper Fi
04. Call Of Duty
05. Operation Exterminate!
06. Whispers
07. Last Man Standing
08. Pay To Enter, Pray To Exit
09. Hell Of The Living Dead
10. Insomnia (The Sleep Of Reason Produces Monsters)
11. The Dark Cult
Line-up:
Valmar Oliveira – vocais
Henrique Coqueiro – guitarras
Daniel Iannini – contrabaixo
Eric Dias – bateria



terça-feira, 25 de abril de 2017

Review de "Tales of the Dark cult" no site ARENA METAL PE

por Léo Quipapá

Banda: RATTLE

Categoria: Thrash/Death Metal

Ano: 2015

Quando você saca um álbum com encarte, letras e figuras fica até mais fácil de entender a temática do mesmo, mas o que o RATTLE fez foi colocar mel na cachaça e facilitar demais a degustação. O cd é composto por 11 faixas, divididas em cinco blocos distintos.

O cd inicia com a famosa citação de Zé do Caixão (ou Coffin Joe, como queiram) sobre o existencialismo. Daí os caras traduziram para o inglês e mandaram as ideias na letra. E aqui vai um destaque especial para Val Oliveira, que além de ter um vocal muito poderoso, tem uma mente doentia e criativa para as letras. Em "The End" os caras começam com influências do Obituary, mas com um baixo de Daniel Iannini bem mais destacado. O refrão é bem simples e te faz cantar fácil.

O bloco dois inicia com um cântico militar. "Semper Fi" e "The Call pf Duty" exploram a temática bélica onde, na primeira a batera de Eric Dias usa e abusa de contratempos, enquanto na segunda, com título inspirado no famoso game, Henrique Coqueiro sola, riffs e alavanca sem piedade.
O terceiro bloco não inicia com vinheta mas já chuta tudo na curta

"Operation: Exterminate!", que é seguida por um sussurro que introduz "Whispers", sendo que esta se divide em três atos ao falar do sobrenatural. O início dela até lembra um pouco do Slipknot, mas os caras alinham o trem, jogam uma pitada de progressivo, uma dose sutil de King Diamond e garantem um dos destaques do cd!

Seguindo para o bloco que trata de medo e ameaça, "Last Standing Man" tem uma letra digna de um filme de ficção, mas também pode ser encarada como um grito desesperado de um suicida. Outra faixa interligada à sétima arte é "Pay to Enter, Pray to Exit", título do cult filme de terror dos anos 80, com direito a vinheta do filme no início da faixa.

Outra vinheta de filme inicia o último bloco, este mais focado no ocultismo. A primeira faixa da sequencia, "Hell of The Living Dead", título de um filme mais trash também dos anos 80, lembra bem o thrash/death do Torture Squad. A instrumental "Insomnia: The Sleep of Reason Produces Monsters" tem orquestração e tudo para deixar o clima mais assustador. O cd encerra com "The Dark Cult", que é cheia de quebradas insanas, principalmente no final, com a colagem de um discurso e um solo muito forte de Henrique.

Quer uma dica? Não olhe a capa e ouça sem medo.

Cheers!!!!


Publicado originalmente em outubro de 2016 no site Arena Metal PE

terça-feira, 14 de março de 2017

SALVADOR UNDER ATTACK!! - Fotos e Vídeos


Data: 04 de novembro, ingresso: r$20,00 - 20:00
Local: Dubliners Irish Pub, Rio Vermelho.






























quarta-feira, 1 de junho de 2016

"Tales of the Dark Cult": review na Comando Rock!

RATTLE na edição 112 da revista Comando Rock!

Confirmando mais uma vez a qualidade do seu lançamento, o RATTLE recebeu a nota 8 na edição 112 (abril de 2016) da revista Comando Rock.
A publicação, com circulação na região sudeste, destacou faixas como "Pay to Enter, Pray to Exit" (... "possui um clima mais divertido, porém mantendo a agressividade e a velocidade"...), "Hell of the Living Dead" (..."com uma pegada old school que a torna indispensável em qualquer show"...) e "The Dark Cult" (..."com mais de 8 minutos e que fecha o álbum com chave de ouro"...).
O review também destacou a arte gráfica, e todo o conceito e as referências à filmes, quadrinhos e literatura fantástica abordada nas letra e temática visual.

A revista pode ser adquirida nas bancas do Sudeste,  no site da Comando Rock, ou no site da Die Hard.
 

United Forces 9 - Review.



UNITED FORCES 9
Atrações: RATTLE, TREPANATOR, BLESSED IN FIRE, THE CRYPT e A CURVA.
Quando: 16 de Abril de 2016 
Onde: The Dubliners Irish Pub (Rio Vermelho)
Fotos por Adrian Reimão e Marcos Russo.